quarta-feira, 31 de julho de 2013

Greve da Infraero: Vou polemizar um pouco, e gostaria ouvir opiniões: Sou contra, e explico porque: Porque esta formula é velha e já foi assimilada pelo sistema.  Esse negócio de "caminhando e cantando.."  boina preta camiseta do Chê e a maldita estrela vermelha já eram. Foram superados nos anos 90 pela "operação padrão", que foi superada, hoje, pela força das mídias sociais, e movimentos como o "escracho" ou "esculacho" e estes, dificilmente vão perder a força por uma simples razão: Ainda somos uma sociedade onde temos (alguma) liberdade de expressão. Ou alguém ainda acha (depois do caso do Snowden e do Wikileaks) que eles não estão nos monitorando? claro que estão.

 Mas  hoje em dia é muito mais difícil vir à publico explicar certos "porques" do que processar grevista. Até os  poderosos "Yankees" estão sofrendo uma saia justa. Já no Brasil, políticos anti-éticos como o governador do Rio de Janeiro(cito o exemplo mais recente), veio pedir "como pai" que parassem de acharcá-lo. Ficou de joelhos.  O governador de São Paulo, que não negociava, também. O prefeito, que é intransigente, também. Os "semideuses" que usam cameras que foram postas pra nos vigiar, podem também podem ser vigiados por elas.. No melhor estilo "Alan Moore" se viessem me perguntar hoje, "Who watches the Watchmen?" eu respoderia "us". Os eventos no Brasil recente provam que o poder da rede social  e da opinião pública ainda não foi totalmente moldado e domado. Por isso, penso que muito mais inteligente e eficaz, do que parar sem dizer por que é dizer porque  e como as coisas acontecem. A transprência só fortalece, pois as opiniões podem divergir, mas nada muda a realidade dos fatos.

Na parte que (deveria) ser cantada no hino nacional há a seguinte frase:  "Gravai com Buril os pátrios anais de vosso poder" .. ou seja, poderíamos gravar para sempre(mostrar) as coisas certas aparando as arestas.

Porque não mostrar para uma sociedade ávida por informações o que se passa? temos sim de expor o que o corre e esperar a resposta da sociedade, que como um todo, desaprova injustiças, porque a presão social é justiça em estado puro, é costume e vontade de um povo e não esta marionete institucionalizada, que julga"procedente" ou "improcedente" com as cordinhas dos empresários  e políticos, manupulando-a.